Vai acumulando…

Certamente, você conhece alguém que suporta fatores estressores ao longo de um dia no trabalho, mas, ao chegar em casa, explode com a família. Isto acontece porque essa emoção é cumulativa – pequenas tensões do dia a dia são suficientes para baixar o nosso limiar de tolerância, ou seja, insatisfações aparentemente inofensivas nos tornam mais “explosivos”.

A raiva se alimenta da raiva
Perceba que, quando está com raiva, você formula mais e mais argumentos que reforçam a sua emoção – este processo, de buscar boas justificativas para um estado emocional negativo, é chamado de ruminação. E, a verdade é que, quanto mais você procurar, mais motivos vai encontrar para estar com raiva.

Conte até 10
No exato momento em que perceber a emoção, dê nome a ela – “Eu estou com raiva” – e a aceite. Mas… isso não quer dizer que você deve dar vazão a ela e/ou tomar decisões baseadas nisso. Contar até 10 pode parecer “genérico” demais, mas funciona: seu cérebro precisa de um tempo para reavaliar a situação e, quem sabe, vê-la de forma diferente.

O poder das moléculas mensageiras
Nosso corpo metaboliza tudo que sentimos através dos neurotransmissores – substâncias que são chamadas de “moléculas mensageiras” porque têm a função de transformar as emoções que sentimos em biologia. Por isso, assim como alimentos ultraprocessados, cigarro ou sedentarismo, emoções negativas são, comprovadamente, um fator de risco à saúde. Sentir raiva de forma ocasional e lidar com isso não faz mal. O problema é quando isso se torna um padrão que define seu temperamento.

Observe os momentos em que sente raiva e avalie com carinho as suas reações!

2 comentários em “Raiva: a emoção mais difícil de controlar”

  1. Por enquanto ainda não sei contar até 10,esse é o problema e tem influenciado muito meu desempenho comigo mesma,não consigo me conter tenho que explodir na hora.Tenho que começar a me policiar mais.

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