QE > QI: você entende essa equação?

O conceito de QI é bem popular, né? Por mais que algumas pessoas não saibam sua definição exata, imaginam algo como “o quão inteligente uma pessoa é”. E foi pra isso mesmo que o QI foi criado: para avaliar a inteligência das pessoas.

Se você parar pra pensar, isso pode ser uma ferramenta altamente preconceituosa. Concorda? Bom, polêmicas à parte, depois de muitos anos de estudo, foi comprovado cientificamente que o QI não é TÃO determinante no nosso sucesso quanto se imaginava. 

Imagine uma pessoa que é MUITO inteligente, mas…

  • Na hora da prova, não consegue se concentrar.
  • Quando não concorda com um colega de trabalho, perde o controle.
  • Diante de um desafio pessoal, só pensa no que pode dar errado.
  • Tem um objetivo, mas nunca dá o primeiro passo.

Deu pra entender, né? Sendo assim, o consenso é que o QI representa 20% das nossas chances de realização (tanto na vida pessoal, quanto profissional).

E os outros 80%? Muita coisa! Família, local, sorte e, talvez o fator mais importante, a Inteligência Emocional – que foi apelidada de QE (mas, não, ainda não existe uma medida oficial para Inteligência Emocional).

O mais interessante é que nosso QE é altamente passível de evolução – ou seja, você pode aprimorar seu nível de Inteligência Emocional! Mas, claro, é preciso se dedicar.

Caso você queira aprender mais sobre isso e desenvolver suas habilidades de Inteligência Emocional, CLICA AQUI.

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