Por que eu?

Você já viu alguém se questionar “por que eu?” quando algo de bom acontece? Quando alguém recebe uma promoção que não imaginava, será que essa pessoa se pergunta “por que eu?” ou ela fica feliz e parte ao trabalho? Se você ganhasse na loteria, você se perguntaria “por que eu?” ou iria simplesmente comemorar?

Temos uma maneira muito diferente de lidar com surpresas “boas” ou “ruins” na vida. Para as surpresas que classificamos como “boas”, celebramos e seguimos em frente. É como se a vida, de fato, devesse aquilo a nós, em algum momento. Aquilo é nosso e faz todo sentido, não precisamos questionar.

Mas, para as surpresas que chamamos de “ruins”, paramos pra refletir… “por que eu?”. Isso é muito comum quando passamos por um acidente, uma doença, um problema financeiro, uma briga… Sentimos que aquilo não nos pertence: algum “erro” fez aquilo “cair” na nossa vida.

Esse pensamento nos coloca como vítimas das situações e faz com que a gente perca o mais importante: o aprendizado. Que tal mudar de perspectiva?

  • Que lição a vida está tentando me ensinar?
  • Como me tornar uma pessoa melhor a partir do que estou vivendo?
  • Como posso contribuir com essa situação?

“A vida nos proporcionará todas as experiências que forem as mais úteis à evolução da nossa consciência. Como saberemos que determinada experiência é aquela que necessitamos? Porque ela será a experiência pela qual estaremos passando no momento.”

Eckhart Tolle no livro “Um Novo Mundo”

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